sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Photoshop

Começámos hoje a conhecer um pouco do que o programa Photoshop nos permite fazer,  podemos recuperar imagens antigas, alterar imagens, brincar com cores e texturas... Vimos trabalhos de colegas dos anos anteriores e explorámos um pouco daquilo que pretendemos fazer ao longo desta temática.
Esperamos vir a publicar alguns trabalhos no blog.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Formatos de ficheiros de imagem

Existem vários formatos para guardar os ficheiros de imagens digitais e os vários programas têm de ter capacidade para ler e guardar nesses formatos.

Imagens bitmap:


Tipo de ficheiro de imagens em que a imagem é exibida no ecrã como uma coleção de pequenos quadrados (pixels). Cada pixel na imagem corresponde a um ou mais bits. O número de bits por pixel, determina a quantidade de cores que podem ser mostradas. Bitmap é utilizado tanto como referência à própria imagem como ao ficheiro que a armazena.  A imagem bitmap tem o problema de quando se aumenta as dimensões da imagem, os pixels vão-se distribuir por uma área maior, logo tornando a imagem mais indefinida.



Os dados bitmap podem ser salvos numa grande quantidade de formatos de ficheiro. Ficam aqui alguns:


PDF: formato versátil que poderá conter qualquer tipo de imagem, incluindo páginas completas, não sendo muito utilizado para guardar imagens;

BMP : O clássico bitmap da Microsoft, conhecido por todos os antigos utilizadores de PCs e dos novos utilizadores que tenham experimentado o MS Paint. Esse formato de imagem suporta indexação ou TrueColor, mas não é compactado. Esse formato não suporta canal alfa, nem transparência.;

TIFF ou Tagged Image File Format: Um formato popular, bastante usado por artistas para guardar imagens sem perda ou para enviar trabalhos bitmap para impressão. Suporta canal alfa e tipos distintos de compactação. Também é possível usar nenhuma compactação e este é, aparentemente, o uso mais comum. Algumas câmaras digitais geram arquivos nesse formato, especialmente câmaras semi-profissionais;

GIF ou Graphics Interchange Format: Seria o formato mais restritivo de imagem se não possibilitasse pequenas animações. Suporta apenas imagens indexadas e transparência em lugar de canal alfa, ou seja, um pixel desta imagem pode ser ou totalmente opaco ou totalmente transparente. Esse formato possibilita pequenas animações de forma simples e leve;

JPG ou JPEG ou Joint Photographic Experts Group: Esse é, com certeza, o segundo formato mais popular da internet, vindo logo depois do html. Não é à toa que o JPG se popularizou tanto, pois o seu algorítimo de compactação gera imagens muitas e muitas vezes mais leves que sua original na maior parte dos casos. O seu ponto negativo é que esta compactação causa perda de informação e isso representa-se em danos à imagem, o que torna inadequado o uso desse formato quando não se trata da publicação do produto final;

PNG ou Portable Network Graphics: Este formato livre foi criado com a intenção de substituir o formato GIF, que era patenteado. Este formato suporta um grande número de informações, como canal alfa, correção de gama, verificação de integridade, suporte a imagens com paleta de cores ou truecolor, por fim, comprime com nível regulável e sem perdas.

Imagens vectoriais:

As imagens do tipo vectorial são geradas por cálculos matemáticos. Uma imagem vectorial pode ser facilmente redimensionada sem que perca as suas caracteristicas originais pois só é convertida em bitmap no momento da impressão, adequando-se às características do equipamento.



PS ou PostScript: Esse formato é largamente suportado e pode, inclusive, ser enviado diretamente à maioria das impressoras recentes para aproveitamento máximo da sua qualidade de impressão. Porém esse é um formato simples que não suporta canal alfa nem filtros e por isso não pode ser usado sempre como formato intermediário para impressão;

EPS ou Encapsulated PostScript: É basicamente um PS com algumas restrições que ajudam na incorporação deste formato em outros arquivos PostScript;

CDR ou Arquivo Corel Draw: Um formato vetorial de propriedade da Corel Corporation;

SVG ou Scalable Vector Graphics: Esse é o formato aberto (o que significa livre para uso e implementação) . SVG é um dialeto de XML e isso significa que é muito mais simples interpretar e modificar um arquivo SVG que um outro em formato binário. Esse formato suporta elementos primitivos como elipses e retângulos, caminhos (que criam elementos complexos), texto formatado, texto encaixado em caminhos ou moldes,etc.

WMF: É um formato de arquivo gráfico do Sistema Microsoft Windows , originalmente implementado nos anos 90. Estes arquivos são portáteis entre as aplicações e essencialmente possuem no seu conteúdo a característica gráfica vetorial, que ao ser visualizado mantém as características originais de imagem mesmo quando as imagens são ampliadas;


SXD:  Diferentemente do Microsoft Office, o OpenOffice.org possui uma ferramenta para criar e editar desenhos, fluxogramas, cartazes, logótipos e tudo mais, seguindo o mesmo conceito do CorelDraw, só que gratuito e também com grande qualidade, suportando a inclusão de imagens, gráficos, desenho de vetores e formas geométricas, textos, filmes, sons e muito mais.
 
 

 


terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O Regresso !!

Após umas curtas férias, estamos de volta com o novo ano, prontas para mais um período de aulas cheio de coisas interessantes para aprender. Na disciplina de aplicações informáticas vamos abordar novos temas como o photoshop, corel e flash. Esperamos que o 2º período corra bem e que possamos ter boas notas e que vos possamos mostrar trabalhos, técnicas e programas engraçados e fáceis de aplicar.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Feliz Natal

Fim do 1º Período

Neste primeiro período de aulas, fazemos um balanço positivo em relação a todas as disciplinas. Na disciplina de aplicações informáticas, ao princípio estávamos um pouco ansiosas por saber o que iriamos fazer este ano lectivo, ficámos bastante agradadas ao saber que iriamos utilizar o photoshop e outros programas de interesse, bem como a publicação de um blog para divulgar os trabalhos realizados na aula. Foi um período interessante e diferente do previsto.

 Boas Férias e Boas Festas  :D 

Escola Solidária

No dia 13 de Dezembro, a Escola Secundária S/3 S. Pedro participou numa campanha de recolha de alimentos em diversos super e hipermercados de Vila Real. Alunos de algumas turmas aceitaram participar nesta acção solidária quer para a recolha quer para a separação dos alimentos, sendo posteriormente distribuídos em instituições de solidariedade social para que fossem distribuídos por famílias carenciadas. Foi uma actividade de grande interesse social e cultural, apelando a nossa generosidade e permitindo a todas as pessoas terem um Natal mais confortável.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Visita ao Museu do Som e da Imagem de Vila Real




No passado dia 24 de Novembro de 2011, a turma do 12º A da Escola S/3 S. Pedro deslocou-se ao Teatro de Vila Real a fim de realizar uma visita guiada ao Museu do Som e da Imagem. Durante esta visita tivemos a oportunidade de contactar com os primórdios do cinema bem como os métodos utilizados para simular efeitos tais como chuva, vento e trovoada. Além disso, ficámos a conhecer um pouco da história do cinema de Vila Real, em que vimos projectores de cinema, cartazes alusivos a estreias, as próprias cadeiras existentes na época nas salas de cinema… Por fim, vimos fotografias da nossa cidade no início do século XX.
Desta visita muito interessante, retirámos um aprofundamento dos nossos conhecimentos acerca da evolução do cinema e de Vila Real.





Conceito de Cor

•A cor é uma percepção visual provocada pela acção de um feixe de fotões sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.



•A cor de um material é determinada pelas médias de frequência dos tipos de onda que as suas moléculas constituintes reflectem. Um objecto terá determinada cor se não absorver justamente os raios correspondentes à frequência daquela cor.




Modelos de Cor


Modelo RGB


Uma grande percentagem do espectro visível pode ser representada misturando-se luz vermelha, verde e azul (RGB) em várias proporções e intensidades.
Onde as cores se sobrepõem, surgem o cíano, o magenta e o amarelo que são as cores secundárias da cor-luz.
O monitor da televisão e do computador utiliza as mesmas propriedades fundamentais da luz que ocorrem na natureza.
Como as cores RGB se combinam para criar o branco, também são denominadas cores aditivas. Juntando todas as cores obtém-se o branco, ou seja, toda a luz é reflectida de volta ao olho. As cores aditivas são usadas em iluminação, vídeo e monitores.
Num monitor colorido as cores são formadas pela reunião de minúsculos pontos no écran chamados pixéis. A cada uma das três cores (RGB - red - green - blue) é atribuído um valor numérico de 0 a 255.




Modelo CMYK


As cores do monitor são reproduzidas numa impressora através dos pigmentos.
Os pigmentos criam as cores primárias, azul, amarelo e vermelho, as quais, juntas, criam outras cores.
O método mais comum de reprodução de imagens coloridas em papel é pela combinação de pigmentos cíano, magenta, amarelo e preto.
Os pigmentos produzem cor reflectindo determinados comprimentos de onda de luz e absorvendo outros.
Os pigmentos mais escuros absorvem mais luz. Percentagens mais elevadas de cor resultam em cores mais escuras.


Modelo YUV


O MODELO YUV tem em conta a característica que nenhum dos modelos RGB, CMYK e HSB têm, ou seja, uma propriedade da visão humana que é mais sensível às mudanças de intensidade da luz do que da cor.
Este modelo foi criado a par do desenvolvimento da transmissão de sinais de cor de televisão, baseado na luminância permite transmitir componentes de cor em menos tempo do que seria necessário se fosse utilizado o modelo RGB.
Graças a este modelo é possível representar uma imagem a preto e branco utilizando apenas a luminância e reduzindo bastante a informação que seria necessário no outro modelo.
O Modelo YUV é adequando às televisões a cores, porque permite enviar a informação da cor separada da informação de luminância, é também adequado para sinais de vídeo.

 Modelo HSB


 Com base na maneira como as pessoas percepcionam as cores, o modelo de cor HSB define as cores com três atributos: matiz (H), saturação (S) e brilho (B) - (H hue, S saturation, B brightness).
 Saturação ou croma é a vivacidade da cor e o quanto de concentração de cor que o objecto contém.
 Quanto mais alta é a saturação, mais intensa é a cor.

Brilho refere-se ao acréscimo ou remoção de branco de uma cor.
 As cores podem ser separadas em claras e escuras quando seu brilho é comparado.
 O brilho é uma medida de intensidade da luz numa cor.
 Matiz: é a cor reflectida ou transmitida através de um objecto Os matizes formam o círculo das cores. Vermelho, azul, verde são matizes .


 




 

 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Arial

Arial é uma Família tipográfica sem-serifa, ou seja, um conjunto de fontes (como Arial Bold, Arial Italic, Arial Bold Italic) derivadas da fonte "padrão" Arial (ou Arial Regular).

A mais popular das fontes sem serifa no mundo Windows, a Arial foi projetada pela Monotype em 1982 a partir da própria Grotesk (compartilhando as raízes da Helvetica, portanto), mas tomando cuidados especiais para ter exatamente as mesmas proporções e peso da bem-sucedida Helvetica, para que documentos feitos para uso da Helvetica pudessem ser impressos ou visualizados com a Arial sem maiores alterações.

É como um clone, embora seja possível diferenciar as duas por pequenos detalhes, como a presença ou não de uma pequena cauda no A minúsculo – algo simples e trivial para os versados nestas artes, mas muito além da percepção do dia-a-dia da maioria dos utilizadores de computador – a não ser quando eles recebem uma amostra de cada uma das duas fontes, em tamanho 72, e a instrução clara de que devem procurar diferenças.


Garamond

A palavra Garamond refere-se aos tipos originais baseados na escrita de Claude Garamond para a sua tipografia em 1530.
Atualmente, várias famílias tipográficas são derivadas dos tipos originais de chumbo de Garamond e estão disponíveis para computadores digitais. Apesar de tais famílias tipográficas serem inspiradas na escrita de Garamond, elas diferem em vários aspectos, como, por exemplo, Altura-x (tipografia) e counters. Reinterpretações famosas de tipos ao estilo de Garamond incluem Adobe Garamond Pro, Adobe Garamond Premier Pro, Stempel Garamond, Simoncini Garamond, ITC Garamond e URW Garamond No. 8.




Muitas das versões disponíveis para a tipografia das famílias tipográficas inspiradas na escrita de Garamond foram feitas de forma bastante livre, no sentido de incluírem modificações que não estão nos tipos originais. Por causa da sua boa legibilidade, fontes do estilo de Garamond são populares e muito usadas na composição de texto corrido.
A Garamond divide com a Times New Roman o posto de fonte serifada mais popular do mundo.

Times New Roman

A Times New Roman é uma família tipográfica serifada criada em 1931 para uso do jornal inglês The Times of London. Hoje é considerada um dos tipos mais conhecidos e utilizados em todo o mundo (em parte por ser a fonte padrão em diversos processadores de texto). O Seu nome faz referência ao jornal (Times) e também a uma releitura das antigas tipografias clássicas (new roman).
Os desenhos originais foram feitos por Victor Lardent, sob a supervisão de Stanley Morison, no próprio jornal The Times. A fonte então passou por um extenso período de aperfeiçoamento e revisão no escritório da Monotype, uma empresa especializada no desenho de tipos.


Times New Roman é uma fonte que foi adaptada de tal forma que possui excelente legibilidade, misturando curvas clássicas e serifas, o que permite que seja usada tanto em livros e revistas quanto em textos publicitários e até relatórios de empresas.

Fontes Tipográficas

Uma fonte tipográfica (também chamada de tipo ou, simplesmente, fonte) é um padrão, variedade ou colecção de caracteres tipográficos com o mesmo desenho ou atributos e, por vezes, com o mesmo tamanho (corpo).

Uma família tipográfica é um conjunto de fontes tipográficas com as mesmas características estilísticas fundamentais, porém apresentadas com variações de espessura, largura, altura e outros detalhes. Algumas destas variações são mais frequentes nas famílias tipográficas e recebem nomes que se tornaram conhecidos pelo público em geral, tais como bold (negrito), light (claro), regular, itálico, versalete, de entre outros.

Na tipografia, as serifas são os pequenos traços e prolongamentos que ocorrem no fim das hastes das letras. As famílias tipográficas sem serifas são conhecidas como sans-serif (do francês "sem serifa"), também chamadas grotescas. A classificação dos tipos em serifados e não-serifados é considerado o principal sistema de diferenciação de letras.


As fontes bitmapped são guardadas como uma matriz de pixéis e por conseguinte, ao serem ampliadas, perdem a qualidade. São concebidas com uma resolução e um tamanho específicos para uma impressora especifica, não podendo ser escaladas.
As cinco fontes bitmapped são: Courier, MS Sans Serif, MS Serif, Small e Symbol.

As fontes escaladas, ao contrário das fontes bitmapped, são definidas matematicamente e podem ser interpretadas (rendering) para qualquer tamanho que forem requisitadas.

Estas fontes contêm informação para construir os seus contornos através de linhas e curvas que são preenchidas para apresentarem um aspecto de formas contínuas, tais como as fontes TYPE1, TRUE TYPE e OPEN TYPE.